O Festival de Música Doida (FMD) e a Cartografia de músicos e compositores (as)
propõem entre outras ações:
1- Mapeamento de músicos e coletivos musicais de pessoas com sofrimento mental em plataforma digital – “Cartografia de músicos e compositores (as)”. O mapeamento visa identificar a diversidade da produção musical no campo da saúde mental e potencializar sua divulgação com vistas a sensibilizar produtores culturais para garantir a presença desses artistas em eventos culturais a partir do entendimento que esse público foi excluído culturalmente. A cartografia fica aberta para cadastro e inserção de informações durante todo o ano.
2- Mostra de compositores (as) a partir de convite, pelos curadores, a artistas cadastrados na cartografia para um processo de ensaios, arranjos e apresentação musical durante o festival.
3- Programação musical e outras atividades culturais (oficinas, mostra de vídeo, tenda da economia solidária, palco aberto, rodas de conversa, entre outras) com foco prioritário em shows de artistas e coletivos que tenham pessoas com sofrimento mental nessas primeiras edições com possibilidade de ampliação do conceito de “Música doida” como música estranha, diferente, esquisita, inusitada, incomum e singular na visão dos curadores de cada edição.
Ao longo dos últimos anos, seu idealizador, o multiartista, Babilak Bah, a partir da sua trajetória na rede pública de saúde mental de Belo Horizonte, sua participação política na cena cultural nacional, além de sua presença na "Loucos pela diversidade - Oficina Nacional de Indicação de Políticas Culturais", do Ministério da Cultura, identificou a necessidade de formular propostas que deem visibilidade a produção musical da saúde mental, entendendo que houve uma exclusão e silenciamento dessas pessoas na cena cultural.
Os critérios para participação no mapeamento são: ser músico, nas suas variadas vertentes, maior de 18 anos, autodeclaração de pessoa com sofrimento mental, residente e atuante no Brasil; com atuação de no mínimo um ano como músico em qualquer área de expressão e que seu trabalho seja condizente com os valores de não discriminação, antirracista, e não ser atentatórios aos direitos humanos.
Para se inscrever, clique em "Faça Parte", abaixo, preencha as informações e aguarde. Seu cadastro será avaliado pela produção e, se cumprir todos os critérios necessários, será incluído em cerca de 30 dias na plataforma.
2- Mostra de compositores (as) a partir de convite, pelos curadores, a artistas cadastrados na cartografia para um processo de ensaios, arranjos e apresentação musical durante o festival.
3- Programação musical e outras atividades culturais (oficinas, mostra de vídeo, tenda da economia solidária, palco aberto, rodas de conversa, entre outras) com foco prioritário em shows de artistas e coletivos que tenham pessoas com sofrimento mental nessas primeiras edições com possibilidade de ampliação do conceito de “Música doida” como música estranha, diferente, esquisita, inusitada, incomum e singular na visão dos curadores de cada edição.
Ao longo dos últimos anos, seu idealizador, o multiartista, Babilak Bah, a partir da sua trajetória na rede pública de saúde mental de Belo Horizonte, sua participação política na cena cultural nacional, além de sua presença na "Loucos pela diversidade - Oficina Nacional de Indicação de Políticas Culturais", do Ministério da Cultura, identificou a necessidade de formular propostas que deem visibilidade a produção musical da saúde mental, entendendo que houve uma exclusão e silenciamento dessas pessoas na cena cultural.
Os critérios para participação no mapeamento são: ser músico, nas suas variadas vertentes, maior de 18 anos, autodeclaração de pessoa com sofrimento mental, residente e atuante no Brasil; com atuação de no mínimo um ano como músico em qualquer área de expressão e que seu trabalho seja condizente com os valores de não discriminação, antirracista, e não ser atentatórios aos direitos humanos.
Para se inscrever, clique em "Faça Parte", abaixo, preencha as informações e aguarde. Seu cadastro será avaliado pela produção e, se cumprir todos os critérios necessários, será incluído em cerca de 30 dias na plataforma.
Cartografia
Confira aqui os artistas que fazem parte do mapeamento
No mapa abaixo você pode ver as regiões e cidades.
In-Memorian

Olavo Alegria
Olavo Alegria, ou Mestre Olavo, foi um dos fundadores do coletivo Trem Tan Tan, no ano de 2000. Sua participação teve início através das oficinas do Centro de Convivência Providência, hoje Centro de Convivência Rosemeire Silva. Artista de rua, artesão, bailarino e compositor, realizou várias apresentações com o Trem Tan Tan, tanto em Belo Horizonte, pelo interior de Minas Gerais e em alguns estados brasileiros.
Nome: Olavo Rita da Conceição/ Mestre Olavo.
Nascimento: 29/07/1949
Falecimento: 27/10/2020
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Nome: Olavo Rita da Conceição/ Mestre Olavo.
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Sobre o Artista:Sou atuante(músico) no Caps Sol de Indiara-GO (Caps 1); Compositor, instrumentista, cantor, ministrante de aula de música, trabalho também com musicalização infanto juvenil. Militante […]
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Sobre o Artista:A Banda CAPS surgiu a partir de uma Oficina de Música do CAPSad Pernambués. Trabalhávamos as letras das canções até descobrir instrumentos de Percussão […]
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Sobre o Artista:Vinicius Batuíra é ativista da luta antimanicomial, músico, escritor, palestrante. Frequenta os Caps desde 2018. Minirelease:A Música “A Mente” foi composta em 2017 e […]
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Sobre o Artista:Meu nome é Wellington Gomes da Silva, nascido no Rio de Janeiro, tenho 51 anos. Sou usuário do Bloco Carnavalesco e Ponto de Cultura […]
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